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Inaugura a mais moderna Unidade de Produção de Sementes do Brasil

I OFICINA DE PROCESSAMENTO DE DADOS PARA AGRICULTURA DE PRECISÃO
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Com investimento de aproximadamente R$ 45 milhões de reais, a empresa KWS inaugurou no dia 22 de agosto, em Patos de Minas (MG), a primeira planta do país com o modelo horizontal de processamento de sementes, o que garante melhor qualidade. Desta forma, a capacidade de produção passará de 900 mil sacas para mais de 2 milhões de sacas ao ano. A KWS produz sementes de milho, soja e sorgo, no Brasil.

A KWS, de origem familiar, é uma companhia independente, fundada há mais de 160 anos na Alemanha, atualmente com operações de melhoramento e comercialização de sementes em mais de 70 países, tendo conquistado a liderança mundial no segmento de melhoramento genético. “ Já estamos na sétima geração e o nosso sucesso foi construído ouvindo produtores e desenvolvendo produtos para atender às suas necessidades. Levamos produtos de altíssima qualidade para alcançar alta produtividade. Hoje, somos a 4ª empresa de sementes do mundo”, diz Alexander Drotschmann, diretor executivo das Américas.

A nova planta de Patos de Minas (MG) será a primeira do País com o modelo horizontal de processamento de sementes, o que reduz significativamente o dano mecânico destas durante o processo de classificação. Desta forma, a empresa mais que duplicará sua capacidade de produção. “A KWS continuará desenvolvendo novos híbridos de alto desempenho no Brasil a médio prazo. Sua ampla capacidade de produção e seu constante crescimento em vendas a torna confiante para caminhar rumo à liderança no segmento brasileiro de sementes de milho a longo prazo”, afirma Alexander Drotschmann.

“É um novo momento para a KWS no Brasil. Com um investimento de aproximadamente US$ 11,5 milhões, a empresa duplicará sua capacidade de produção de 900 mil sacas para mais de dois milhões de sacas ao ano. Ainda, 230 novas vagas de empregos serão geradas”, relata Hagen Duenbostel, CEO da KWS.

No Brasil, o objetivo é subir de 6,0 para 15% a participação neste mercado nos próximos anos. Na Alemanha, por exemplo, a KWS já detém 30% do mercado.

 Além da unidade de beneficiamento em Patos de Minas, a empresa KWS conta com quatro estações de pesquisa em diferentes zonas ambientais, para desenvolver produtos especificamente testados para as diversas regiões do País. A multinacional também está em processo de implantação de um centro de pesquisa avançado na região nordeste do País.

Processamento horizontal

Com processamento horizontal, a nova unidade de processamento de sementes da KWS tem um conceito inédito e o mais moderno do Brasil. “Com esse sistema, a semente anda pela planta por meio de transelevadores, que resultam em menos queda e danos físicos à semente, tudo visando entregar um melhor produto final para o produtor, especialmente em termos de germinação e vigor. Queremos oferecer uma solução eficiente, e assim sair à frente neste competitivo mercado”, explica Marcelo Salles, presidente da América do Sul.

A produção de sementes de milho da KWS é feita com uma média 40 cooperados parceiros do Estado de Minas Gerais, que trabalham com o time de produção da empresa. A partir daí é feito o beneficiamento, em Patos de Minas, e a venda acontece por meio de 1.000 revendas e de forma direta para todo o Brasil.

Atualmente, a KWS tem uma média de 20 híbridos de milho (seu carro-chefe) disponíveis no mercado brasileiro, e 10 variedades de soja, além de três híbridos de sorgo.

“Queremos ser a primeira empresa que vem à mente do produtor quanto ele pensa em sementes. Então, em 10 anos a KWS tem a intenção de ser reconhecida como especialista em sementes, e a primeira opção neste segmento”, diz Marcelo Salles.

Ele acrescenta que os pilares que sustentam a empresa rumo a este objetivo são: melhoramento genético (que é o DNA da KWS em todo o mundo), foco no desenvolvimento de pessoas, com treinamento técnico para os funcionários, ser uma empresa confiável e justa, com muito respeito, tanto aos clientes, parceiros comerciais, quanto aos funcionários, e, por fim, gerar valor para o produtor, com alta produtividade e competitividade, pois é grande a responsabilidade desse profissional de alimentar o mundo.

Pesquisa

A KWS é uma empresa independente, focada exclusivamente em sementes, e vê no Brasil um grande potencial na produção de sementes de milho e soja. Desta forma, oferece as melhores opções em biotecnologia, garantindo ao produtor brasileiro a liberdade de escolha da tecnologia mais adequada para sua situação.

Com quatro estações de pesquisa, em Cambé (PR), que é uma região de transição, Ponta Grossa (PR), para híbridos de safra, Sorriso (MT), com características tropicais, e tendo adquirido recentemente a de Petrolina (PE), para conversão de biotecnologia, a empresa ganha ainda mais agilidade no lançamento de produtos. “O investimento não para na estrutura. A KWS também investe alto em pessoas e capacitação técnica, para atender o produtor rural com êxito, que é seu foco”, detalha Marcelo Salles.

“Anualmente, testamos 16 mil híbridos e temos 200 pessoas trabalhando em pesquisa nas Américas. Nos últimos dois anos, investimentos 40 milhões de euros no Brasil e 12 milhões na Argentina”, comenta Alexander Drotschmann.

Além disso, a KWS possui parcerias com diferentes empresas de químicos, oferecendo diversidade de tratamento inseticida de sementes.

Duas marcas. Dois mercados:

4 Em 2012 a KWS entrou no Brasil por meio de uma Joint Venture com a Riber Sementes;

4 Em 2016 a KWS completou a aquisição da empresa Riber Sementes, passando a ser uma empresa 100% de capital alemão;

4  Com as marcas Riber e KWS, a KWS oferece sementes para diferentes níveis de investimento e diferentes necessidades e regiões.

Investimento constante

A KWS é uma das principais empresas produtoras de plantas do mundo. No ano fiscal 2016/17, 4.950 funcionários em 70 países geraram vendas líquidas de US$ 1.080.000.000 e ganhos antes de juros e impostos (EBIT) de US$ 132.000.000.

Focada na criação de plantas e na produção e venda de sementes de milho, beterraba açucareira, cereais e girassóis, a KWS utiliza métodos de melhoramento de plantas para otimizar continuamente o rendimento e a resistência a doenças, pragas e estresse abiótico. Para esse fim, a empresa investiu US$ 190.000.000 no último ano fiscal em pesquisa e desenvolvimento, 17% de suas vendas líquidas.

Com uma área de cultivo de cerca de 15 milhões hectares, o Brasil é o terceiro maior mercado de milho do mundo, após os EUA e a China (com cada um em torno de 36 milhões hectares de plantações de milho).

A KWS está operando no Brasil desde 2012, quando a empresa sediada em Einbeck adquiriu a empresa brasileira Riber. Desde então, a KWS cresceu sua quota de mercado de milho de cerca de 3% para aproximadamente 7%.

A nova planta é um dos marcos nesse caminho. Outros componentes da estratégia do KWS para o Brasil são novos traços geneticamente modificados que protegem as plantas contra insetos, por exemplo. “Podemos equipar nossos híbridos com as mais novas e mais competitivas características do mercado, dando opções e entregando soluções ideais para o agricultor brasileiro. A KWS também oferecerá novos híbridos de alto desempenho no Brasil a médio prazo. Temos um pipeline de reprodução completo em andamento e planejamos lançar muitos novos híbridos de milho nos próximos anos. Nosso progresso na criação e crescimento de vendas nos dá confiança para nos tornarmos uma empresa líder brasileira de sementes de milho a longo prazo”, vislumbra Gustavo Munk, diretor de Produção da América do Sul.

A KWS é uma empresa líder em inovação, também reconhecida por sua equipe fundamentada em valores, tradição e cultura.

Palavra de produtor

Claudio Nasser, produtor rural e antigo proprietário da Riber Sementes vê com muita satisfação o crescimento da empresa, sempre levando inovações para o País. “Fiquei muito feliz com tudo que presenciei e mais ainda em perceber que a KWS tem intenção de crescer com estrutura e muito investimento no capital humano. Valeu a pena ter começado essa história, e vamos começar muitas outras”, conclui.

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