Paraná tem o maior número de focos de ferrugem; há alternativas para o controle da doença

Sintomas da ferrugem asiática na lavoura de soja - Crédito Ana Maria Diniz

Sintomas da ferrugem asiática na lavoura de soja – Crédito Ana Maria Diniz

A principal doença que atinge a cultura da soja no Brasil, a Ferrugem asiática, também está causando prejuízo nesta safra. O estado com maior número de focos da doença é o Paraná, com 108 casos até o momento, de acordo com o Consórcio Antiferrugem. Com as condições climáticas altamente favoráveis para o desenvolvimento, a evolução da ferrugem está sendo rápida no Estado, assim como o aumento da severidade de danos nas lavouras. No entanto, além do manejo adequado, a biotecnologia incorporada às sementes de soja é umas das principais aliadas do produtor rural, principalmente em ano com forte pressão da ferrugem.

O Brasil e países vizinhos que também sofrem com o problema, como o Paraguai, podem contar com cultivares de soja com a Tecnologia Inox®, desenvolvida pela Tropical Melhoramento & Genética – TMG, empresa brasileira de melhoramento genético de soja e algodão. Com o gene de resistência à ferrugem presente nas variedades Inox®, a segurança na lavoura é maior. O produtor continua realizando as aplicações da mesma forma que faz em lavouras com cultivares suscetíveis à doença, mas a diferença é que aliando a tecnologia com o controle através dos fungicidas, as chances de obter resultados melhores aumentam significativamente.

“Todo ano é um ano atípico e nessa safra as condições climáticas dificultaram o manejo correto com fungicidas, em razão do período mais chuvoso em janeiro. E é aí que entra a segurança da Tecnologia Inox®, pois quando há atraso no controle químico, a genética mantém a sanidade da lavoura até o momento de dar continuidade ao manejo da doença, sem que a lavoura seja rapidamente tomada pela ferrugem”, explica Sérgio Luiz Marchi, supervisor de Desenvolvimento de Mercado da TMG.

               

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