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Por uma realização da Associação dos Cafeicultores da Região de Patrocínio
(MG) (ACARPA), o 17° Seminário do café é voltado para tecnologias e visa
apresentar ao produtor rural conhecimento político e tecnológico. O
evento, que aconteceu entre os dias 23 e 25 de setembro de 2009, é tido
como local apropriado para o produtor de café se informar sobre as novas
tecnologias.
O
presidente da Acarpa, Marcelo Queiroz, afirma que a expectativa do
seminário foi superada. Em sua abertura estiveram presentes autoridades
regionais, prefeitos, presidentes de sindicatos, de associações e de
cooperativas, além do ministro da Agricultura, Reinhold
Stephanes, do secretário estadual de
Agricultura, Gilman Viana Rodrigues, deputado
federal, Silas Brasileiro, deputado estadual, Deiró Marra e também do
grande público que prestigiou o evento.
O deputado estadual Silas Brasileiro foi um dos palestrantes do seminário
e fez extensão do que foi falado pelo Ministro Reinhold
Stephanes, que enfocou a
questão do meio ambiente, uso de fertilizantes, reservas de potássio no
Brasil, preços e competitividade de mercado.
Participação efetiva
Circularam
durante os dias de evento mais de cinco mil pessoas dentre os 22
estandes externos e os 60 internos, movimentação muito boa, de acordo
com o presidente da ACARPA e que deixou os expositores do 17° Seminário
do Café satisfeitos.
Como os produtores atravessam um momento difícil em relação aos preços do
café, há uma ansiedade para assistir as propostas futuras para a
cafeicultura de um modo geral apresentadas no seminário. Assim, o
produtor foi em busca dessas informações e ainda teve a oportunidade de
conferir uma palestra motivacional com Luciano Pires, palestrante autor
de vários livros que discutem com propriedade para empresários e
produtores rurais.
Uma palestra complementou a outra, sendo algumas técnicas e outras
políticas. As primeiras contribuíram para que o produtor conhecesse o
que há de melhor em tecnologia e aplicasse em sua propriedade. Em uma
palestra sobre agricultura de precisão, por exemplo, o produtor
constatou que a tecnologia vem para trazer economia, pois com a
agricultura de precisão o que será aplicado em sua lavoura será na dose
certa, o que significa economia para o bolso do produtor.
Outro destaque abordado nas palestras foi a existência de variedades mais
resistentes do cafeeiro, ressaltando a importância de o produtor buscar
variedades que se adaptem à sua propriedade e ao tipo de solo, visto que
cada lavoura tem a sua particularidade. “Entendemos que esse centro de
palestras e tecnologias é uma oportunidade para que o produtor possa
buscar conhecimento e aumento da sua produtividade”, considera Queiroz,
que ainda destaca uma frase dita pelo Ministro da Agricultura, Reinhold
Stephanes: “O produtor tem
que estar munido e mobilizado para que tenha força”. A frase alerta para
o fato de que se não existir união entre os cafeicultores e se eles não
falarem a mesma língua, a busca por seus ideais será dificultada e
inviabilizada.
Segundo o presidente da Acarpa, a união dos produtores para a busca de
alinhamento de técnica e das forças políticas trará avanço e soluções
para a cafeicultura mineira e nacional, de um modo geral.
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