Agrocerrado – De mãos dadas com a cotonicultura

Fotos Luize Hess

Fotos Luize Hess

A Agrocerrado marcou presença no Dia de Campo da Amipa, setor ao qual a empresa está diretamente ligada. “Ser convidado para participar do evento em conjunto com a Amipa, uma associação de expressão nacional, é uma satisfação enorme, incentivando também o cultivo do algodão na região”, diz Heder Augusto Davi Ramos, diretor conselheiro da Agrocerrado.

A Agrocerrado está à frente do projeto Algomais, e no evento aproveitou para detalhar sobre ele aos visitantes. “Este será um incentivo aos produtores para o plantio de algodão, auxiliando-os com a prestação de serviços para essa cadeia.O Algomais é uma marca da Agrocerrado – ‘algo’ de algodão e ‘mais’ por ser uma cadeia completa de prestação de serviço que envolve desde a consultoria técnica até a colheita da cultura, o transporte e o benefício, e na Agrocerrado o fornecimento de insumos”, define o diretor da empresa.

O Algomais

 

Heder Augusto Davi Ramos, diretor conselheiro da Agrocerrado

Heder Augusto Davi Ramos, diretor conselheiro da Agrocerrado

A decisão para a criação do Algomais partiu de duas etapas, tendo sido sempre incentivado por Inácio Urban, cotonicultor que sempre motivou os produtores a apostar no cultivo, e pelo profissional Lesliê Dias “Franco” (desde sua presença na empresa Farroupilha).“Pela Agrocerrado vislumbrei que havia produtores querendo investir na cultura, mas não tinham a estrutura para realizar todo o trabalho e manejo operacional do algodão.Tive então a ideia do Algomais, que permitiu construirmos uma estrutura para ir além do uso próprio, e também prestar serviço aos clientes que quisessem entrar para a cotonicultura”, relata Heder Augusto.

A algodoeira está sendo construída no trevo da BR 365 com a 46, e efetivamente começa a operar na próxima safra 2018/19. Com ela nasce uma nova empresa, a Fibraforte Algodoeira,de propriedade do empresário Heder Augusto e que prestará serviços aos clientes do projeto Algomais de colheita, transporte e benefício, além da venda de caroço de algodão para o mercado consumidor.

A partir de julhojá começarão os contatos com os produtores para apresentar os contratos e então estruturar a parceria, já que os produtores têm que programar seu plantio de algodão da safra vindoura.

Já foram feitos dois pilotos do Algomais na safra 2017/18 com os produtores Ricardo Guimarães,Rogério Guimarãese Vicente Araújo,os quais plantaram uma área dentro do projeto Algomais para ser avaliada. Em 2018/19 será feito um projeto em escala maior.

“Estamos montando uma algodoeira com estrutura para receber a produção de 5.000 hectares. Para essa safra a expectativa é de fazermos 4.000 hectares de novos produtores, recebendo a pluma deles e prestando esse serviço.Com o Algomais, a vantagem para o produtor é principalmente ingressar numa cultura diferenciada, ter mais uma opção de rotação de cultura, a qual está remunerando muito bem, e ainda ter um manejo de solo enutricional muito interessante. Além disso, há a possibilidade ingressar nessa cultura com áreas menores, sem ter que fazer grandes investimentos em beneficiamento, transporte e colheita, o que o Algomais faz pelo produtor”, esclarece Heder Augusto.

A contrapartida, para a Agrocerrado esta é a possibilidade de trazer mais clientes, ampliando a cadeia de negócios e otimizando o investimento. A empresa está voltada para o serviço de assistência técnica e venda de insumos, e com isso estará aumentando toda a oferta para os clientes.

O evento

Para Heder Augusto, o público do dia de campo realizado pela Amipa foi fantástico, de grande presença e amplitude de produtores do Norte de Minas, Triângulo Mineiro, outros Estados, estrangeiros e toda a região de Patos de Minas (MG). “A qualidade técnica e estrutural do evento foi enorme, muito bem organizado pela Amipa, uma associação que realmente faz jus à cadeia cotonicultora. O Lício Pena, na coordenação de tudo, foi sempre muito atencioso, enfim, é um evento de magnitude, com muita qualidade das informações”, elogia o diretor da Agrocerrado.

Essa matéria você encontra na edição de agosto de 2018 da Revista Campo & Negócios Grãos. Adquira o seu exemplar.

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